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segunda-feira, 14 de maio de 2012

Editorial - 14/05/2012

Olá galera do blog. Tudo firmeza?

Para nossa reflexão de hoje gostaria de contar com uma super prudência sua, amigo leitor. Tenhamos cautela em como receber tais notícias. Bom vídeo pra você.


Se quiser assistir em duas parte, acesse os links a seguir - vídeo1 / vídeo2.

Depois desse longo vídeo o que posso dizer a vocês é reforçar as palavras do próprio pesquisar Ricardo: isso não é carta branca para a poluição porque não causo efeitos no clima do mundo. Vamos com calma pessoal. Entre muitas coisas o que quero destacar é o seguinte, com ou sem efeito estufa devemos cuidar, preservar a natureza porque ela também é parte da criação de Deus. Como dizia Francisco, são todos irmãos e cada qual possui seu papel.

Caso surja dúvidas e essa é a intenção, aflorar nosso pensamento refletindo coisas do nosso convívio, ficarei feliz em respondê-las. Além de estudante de Biologia tenho contato com muitos professores da área que também ficariam feliz respondendo a esse tipo de pergunta.

Fique com Deus. Paz e bem.

Murillo Torres Lopes
Subsecretário de infanto, micro e mini-franciscanos

segunda-feira, 7 de maio de 2012

Editorial - 07/05/2012

Bom dia queridos amigos e amigas leitores do Blog Fraternidade Frei Leão.

Com gosto retomarei o Editorial que havia iniciado ano passado (confira Editorial 17/10/2011 e Editorial 24/10/2011) e aqui venho lembrar mais uma vez que minha intenção é levar a reflexões de coisas que estão no nosso dia-a-dia.

Pois bem, o vídeo dessa semana pede um olhar cuidadoso. Não há nada de mais nele, ou ainda há tudo nele. Antes de explicar o que quero dizer vamos ao vídeo.



Veja também esse vídeo, também da menina Andressa, contando um pouco mais sua vida.

Quem me mostrou esse vídeo foi um amigo de trabalho. A priore não vi muita coisa nele, mas ninguém melhor como esse amigo para dar sempre sentido a tudo, ver o além e as possibilidades de usufruto das coisas.

Não sou muito chegado a esses vídeos trágicos, emotivos, que sempre tentam de culpar de alguma coisa mal resolvida ou não feita. O vídeo nem se enquadra tanto assim nessas categorias, contudo o fantástico mesmo foi a visão de meu amigo. - "Murillo você poderia passar esse vídeo para seus meninos da catequese, o que acha? Depois refletir o papel de cada um dentro do grupo como mostra a menina Andressa fazendo." De fato o vídeo nesse contexto é excelente e o usei. Minhas crianças (10 a 11 anos) adoraram o vídeo. Conversamos sobre. Não é que eles pegaram tudinho (risos).

Minha reflexão não poderia ser tanto diferente quanto as outras, e aqui reitero: é preciso agir. É compreensivo que Andressa por ser criança e viver num outro contexto social tinha possibilidades maiores de fazer mais. Claro que por ser criança o peso de certas responsabilidades não a impede de tanto ou mesmo nem existisse. Entretanto  algumas vezes penso que é vergonhoso e ao menos incomodo saber que com tanto pouco, idade e recurso, a menina fez tudo e mais um pouco do que é nossa, também, a responsabilidade de fazer. Não estou aqui invejando a menina e sim a enaltecendo. Sempre deixamos para depois, para amanhã, para o outro. Achamos que não é a hora, que nos falta formação. Nos falta é vergonha na cara, isso sim.

Manifesto da Juventude Franciscana


09 - Queremos ser uma presença consciente, desafiadora, na realidade onde vivemos, captando nela os anseios e busca de libertação, para sermos agentes na construção de uma nova sociedade. O mundo cabe a nós salvá-lo ou perdemo-nos com ele.


16 - Propomo-nos lutar com todas as forças contra as situações alienadoras e egoístas da exploração do prazer, do consumismo e da violência, e aquilo que dá sentido a vida: a certeza da presença de Deus Justo e Bom no Mundo.

17 - Como testemunhas apostólicas propomo-nos tomar consciência dos grandes problemas do mundo de suas causas, aprofundando o estudo das correntes de pensamento, cultura e política. Temos consciência de que isso exige de nós oração, leitura sistemática do Evangelho participação e engajamento na Igreja.


Não é preciso começar com grandes grupos. Não é preciso "morar na igreja" ou somente realizar coisas para ela e aos irmãos em Cristo. Basta começar, iniciar, querer fazer. Como diria meu irmão Mateus Garcia, atreva-se viver o evangelho. Ouse mais, queira mais. Afinal como refletimos no evangelho de ontem (Jo 15, 1-8), somos os ramos da videira que é Cristo. É nossa responsabilidade dar os frutos. E Deus não nos pede o mundo, porque Cristo já o ganhou com seu sangue, mas nos pede ação, pequenas atitudes, pequenas mudanças, testemunho de vida.

Abro aqui para falar diretamente com vocês, Jufristas.
Engajem-se na formação de infanto, micro e mini-franciscanos em suas fraternidades. É simplesmente o começo de ações com nossas futuras gerações. Que lindo.

Leitores, não pense que é fácil, pois o próprio Deus já nos antecipou que haverá podas para darmos mais frutos. Mas levem consigo o que Paulo próximo da morte disse - "[...] Pois vai chegar um tempo em que muitos não suportarão a sã doutrina, mas conforme seu gosto se cercarão de uma série de mestres que só atiçam o ouvido. [...] Combati o bom combate, terminei a corrida, guardei a fé. [...]" IITm 4, 3.7

Como foi seu combate? Terminou a corrida? E tua fé?

Francisco, ensina-nos a descalçar as sandalhas quando a palavra do Altíssimo escutarmos. Amém.

Paz e bem

Murillo Torres Lopes
Subsecretário de infanto, micro e mini-franciscano

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Editorial - 24/10/2011

Fome, fome, fome. Tamanha é nossa necessidade de alimentarmos que os mecanismos de defesa do nosso corpo desenvolveram um modo de alertar-nos quando precisamos “repor as energias”.

Sabemos que é terrível essa sensação. Quem já sentiu que o diga. E muita gente passa fome. “Não só de pão vive o homem, mas de toda palavra que procede da boca de Deus (Dt 8,3)” Mt 6, 4.

Com certeza, caro leitor, no mundo há muitas pessoas que ainda passam por fome física. A estatística, pra ser mais preciso, aponta 1 bilhão de pessoas. Podemos sentir vergonha e apontar culpados ou mudar a situação como vimos na segunda passada. Mas hoje quero olhar para outra fome que você, talvez, já saiba qual seja.

Antes de nos jogar ao assunto, vamos assistir a um vídeo. Ele é super popular e talvez já o conheça. De qualquer forma assista-o e vamos refletir juntos. Ok?



Quero te levar à reflexão sobre a fome de Deus que as pessoas, do nosso presente, estão passando. Digo do nosso presente porque não é de hoje que existe essa fome. Nem será amanhã que ela terminará. Mas com a promessa de Cristo e a virtude da esperança, que nos é dada por Deus, sabemos que ela terminará um dia e terá chegado o dia do glorioso triunfo de Deus sobre a “morte” e o anti-reino. Mas isso é papo pra outro dia! (risos). - Deus nos chama para ação. Para incomodarmos os que lutam por deixar as coisas como estão.

Se alimentar é necessidade fisiológica do ser vivo, a necessidade de ser escutado é psicológica e própria de nossa natureza. Com o “empréstimo” do ouvido devemos agora por em prática o desejo de nosso Senhor, que todas as criaturas sejam evangelizadas, que todos conheçam a boa nova do reino, que todos louvem o Deus único.

Agora você me diz: “É, isso eu já sabia, mas quero saber como se faz isso, porque escrever é muito fácil”.

Te respondo com uma frase: “ Eis que ponho minhas palavras em tua boca”. Jr 1, 9.

É tão difícil ir ao encontro do outro. Temos medo de não sabermos o que falar, medo de perder nosso tempo a toa, medo de não ser bem aceito, medos, medos, medos, medos e mais medos.

Repetimos tanto a profecia de Jesus em que a Igreja nunca cairá porque “as portas do inferno não prevalecerão”, mas mau intendemos que Igreja somos nós. Cada um de nós. O Senhor é meu sustentáculo. Se se dispõe a ir, deve confiar que ao teu lado ele está de ditando tudo o que deve fazer e dizer ao pé de seu ouvido.

Não poderia passar em branco o que nós “trazemos a memória” hoje, o dia internacional do desenvolvimento. Desenvolver é evoluir, é crescer. Um processo lento que muda nosso modo de ser e de agir sem destruir nossa personalidade. Intenda o processo de desenvolver-se do mesmo modo que entende-se conversão.

E agora, que você já não consegue intender mais nada, de tantas coisas jogadas ao ar, convido ir costurando comigo os pontos.

Todo cristão recebe uma missão ao ser batizado e todo batizado tem dever de cumprir com a missão como também recebe a força necessária para ela direto do Deus vivo. São tantos os momentos oportunos para por em pratica o evangelho. Sua vida, meu caro, é esse momento oportuno e nela, a todo momento, você se depara com situações onde teu amigo necessita de você. Uma única palavra amiga pode fazer a diferença. Nisso ainda estamos no âmbito fácil da coisa. Quantas vezes um mendigo, um bêbado, pedinte, drogado já te parou no meio da rua, ou mesmo bateu em sua porta? A primeira coisa que pensamos é: “Como me livrar dele o mais rápido possível?” e ai negamos tudo, sem saber o que ele queria direito. Você está cheio de oportunidades, mas não consegue vê-las porque nega a missão por medo. Desenvolva-se para o amor, para o bem. Ou melhor, proponha se desenvolver. A conversão (voltar-se para Deus) é processo lento que não depende só de você (desde que já tenha aceitado converter-se), mas do tempo de Deus. Perceba o plano de Deus e sua vontade em todas as situações de sua vida. Você pode matar a fome de alguém. "Eu sou o pão da vida: aquele que vem a mim não terá fome, e aquele que crê em mim jamais terá sede." Jo 6,35.

“Se você esteve afastado da Igreja nós convidamos você a um novo olhar.”

“Nossa família é unida em Jesus Cristo (cabeça), nosso Senhor e salvador.”

Paz e bem

Murillo Torres Lopes
Subsecretário de infanto, micro e mini-franciscanos

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Editorial - 17/10/2011

Caro leitor.

Iniciaremos hoje uma nova coluna em nosso blog, o Editorial. Fui instigado por irmãos, que a esse colaboram, a abrir uma linha de reflexões sobre temas cotidianos.

Vale lembrar que parto de opiniões próprias, formadas ao longo de minha caminhada cristã e franciscana. Talvez nem sejam tão próprias assim, mas sim verdades escancaradas que teimamos tapar o sol com peneira e negligenciá-las para que o peso não recai sobre nossos ombros. Por isso é muitíssimo valido seu comentário em cada post, seja no blog ou no Facebook.

Ontem, dia 16/10 "foi" comemorado o dia mundial da alimentação. Mas o que é comemorar? Segundo o Wikcionário significa "trazer a memória". Esse dia foi criado em 1981 pela FAO. O objetivo era simples e aqui ponho de forma direta: acabar com a fome no mundo. A data existe há 30 anos e... bom.

Antes de continuarmos esse reflexão assista ao vídeo abaixo.



Você agora se pergunta: "A onde ele quer chegar com isso?"

É simples. Quando criaram a FAO e a data, queriam acabar com a fome. Mas isso é o que se escreve na mascara da sujeira. Por traz dela há o simples interesse econômico do aumenta da produtividade e vejam como nossa produção subiu. Hoje o Brasil é líder em produção e solução agrícula. Conseguimos produzir em qualquer solo, clima, altitude. Denominam-nos celeiro do mundo. Parcialmente o objetivo foi atingido, mas a fome continua. O triste é que mesmo no Brasil, um dos líderes em produção do 1º setor, pessoas passam fome.

Eis agora o fato. Sabe como se acaba com a fome?

Eliminando os desperdícios. Partilhando o prato de comida que tem na mesa.
Um tomate alimentou alguém na Ilha das Flores. Mas veja como o ser humano é levado a situação de indignidade, a condição deplorável. É necessário alguém competir com porcos? Não seria mais fácil a partilha que chegarmos a essa situação? E o tomate é só exemplo.

Afirma o vídeo: "Deus não existe"
De fato, onde não há a prática do amor e sim do egoísmo, ou melhor, do egocentrismo, da avareza, do comodismo não existe sinais de Deus. Mas esteja certo que aquelas pessoas sim encontram Deus e agradecem todos os dias, por ao menos terem comida de porcos naquele dia. Agradecem e louvam a Deus por não morrerem de fome. Eles são alimentados pela esperança de melhoras. Pela esperança de mudanças.

E de onde deverá vir as melhoras?
Não espere da política e sim de suas atitudes.
Cristo multiplicou sua comida e a fez sobrar - Mt 15. Também recebemos uma ordem clara Dele : "Quando ajudar um pequenino foi a mim que ajudaram" - Mt 25, 40

A esse parágrafo quero relembrar uma homilia onde o padre dizia: "Como é bom estar na fila dos que doam. Triste é estar na fila dos que pedem."

Finalizo, caro leitor, dizendo: "Comemore o dia da alimentação, não pensando em quem devo apontar meu dedo hoje, mas sim olhando para seu irmão e se sentir feliz porque ajudou saciar um faminto." Traga a memória que você é cristão e conhece a verdade. O dia foi criado por "grandes", mas são os pequenos de Deus que mudam o mundo.

Paz e bem

Murillo Torres Lopes
subsecretário de mini, micro e infânto-franciscanos